Bom, o professor de Educação Ambiental e interdisciplinaridade nos propôs a criar um diário para que arranjássemos tempo para refletir sobre o meio ambiente. Os primeiros passos, tal como ele pediu, será falar dos filmes que assistimos.
- “A ILHA DAS FLORES”:
O filme faz a trajetória de um tomate, desde sua produção até seu
descarte, contextualizando a produção excessiva, o consume excessivo e o
descarte indiscriminado, que se destina a uma parcela miserável da
população classificada abaixo dos porcos por seu dono. O retrato que
tenho deste filme é a desmascaração de um sistema perfeito, pois não
vemos todo o percurso de nosso alimento, muito menos das pessoas que
fazem parte de sua trajetória. Parece tão simples o “comprar” e o
“descartar”, e por isso é necessário o constante contato com a realidade
a fim de não nos perdermos novamente com esta ilusão que é a vida
moderna.
O desperdício
A população mundial vem consumindo mais que o necessário na busca de uma melhor qualidade de vida. Em outras palavras, as pessoas compram aquilo que não é necessário, denunciando ora sua impulsividade, ora sua falta de planejamento antes de ir às compras.
Em consequência disso, a industria precisa produzir para atingir essa demanda, e produzir mais ainda para poder descartar os produtos que não vão atingir a exigência desses consumidores. Estes, por sua vez, fazem a seleção do produto na hora da compra, bem como após adquirí-lo, fazendo uma seleção retardada. Mesmo após todas essas seleções, o produto ainda corre um alto risco de parar no lixo, não por não ser bom o suficiente, mas por perder sua necessidade.
Isso demonstra uma falta de preocupação por parte da população para com nossos recursos naturais (que podem se esgotar) e seus descartes. Somando estes fatores temos: poluição, desmatamento, extinção da fauna e um desequilíbrio ecológico. Outro ponto é a perda do valor do alimento, que é descartado facilmente enquanto uma parte da população passa fome.
Isso demonstra uma falta de preocupação por parte da população para com nossos recursos naturais (que podem se esgotar) e seus descartes. Somando estes fatores temos: poluição, desmatamento, extinção da fauna e um desequilíbrio ecológico. Outro ponto é a perda do valor do alimento, que é descartado facilmente enquanto uma parte da população passa fome.
Faz-se necessária, então, uma fiscalização para que as industrias, mercados e restaurantes sejam multados na ocorrência de desperdícios, incentivando-os a produzirem o necessário; e uma política social para que o alimento não comprado tenha um destino adequado, sem se misturar com o lixo, para que seja possível o seu consumo em uma economia solidária.
- “O SAL DA TERRA”
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| Imagem de Sebastião Salgado, do livro "Genesis" |


Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAdorei o texto
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