Parece um bixo de sete cabeças, mas não é!
O que acontece é que vc tem componentes que ajudam a localizar o objeto de estudo no espaço. O segredo é então a Posição, que chamamos muitas vezes de S, e aqui vamos chamar de x, y, z...
Note que no movimento em uma dimensão, não analisamos o trajeto em si, podemos no máximo analisar sua velocidade em determinados instantes t e sua aceleração.
Agora o objeto encontra-se num plano onde analisaremos sua velocidade e aceleração em cada componente. Como num campo de futebol, que vc vê um jogador se deslocando desde o gol (vamos chamar de y = 0, x = 7 num campo 20x15) até metade do campo, à esquerda (y = 10, x = 0). Percebe que acabei de descrever sua posição em diferentes instantes? :)
Então, para localizar o objeto temos o vetor posição (geralmente com uma setinha em cima do r e ^ em cima dos versores i j k!!, mas deixei só em negrito) r = x i + y j + z k. Em outras palavras, são as componentes do objeto no plano tridimensional. No nosso exemplo, não precisaremos da última componente z k, já que o jogador está se movendo nas coordenadas x e y apenas, e mesmo se estivesse pulando seria muito irrelevante para considerar uma terceira coordenada hahaha
A partir do vetor posição nós podemos determinar o vetor velocidade v = dr/dt, e derivando de novo podemos achar o vetor aceleração a = dv/dt. Note que t, que não pus em negrito, não é vetor, é escalar!
logo, se r = x i + y j + z k, então v = dr/dt => v = dx/dt i + dy/dt j + dz/dt k
e se a = dv/dt, então a = dvx/dt i + dvy/dt j + dvz/dt k
Se vc não sabe derivar, não desista pq é facinho :DD
vou dar exemplos:
a) derivada de 4x³ = 3.4x² = 12x²
b) derivada de 5x² = 2.5x = 10x
c) derivada de 8x = 1.8 = 8
d) derivada de 7 = 0.7 = 0
Então vc pega o expoente do x, passa multiplicando (regra do tombo) e subtrai 1 do expoente.
No exemplo c) vc passou o 1 do x pra frente multiplicando, e no expoente ficou 1-1 = 0, e todo número elevado a 0 é 1 :)
No exemplo d), que vc spo tem uma constante, é como se ela estivesse multiplicando um x elevado a 0, que é um, então 7x1 = 7, mas esse x passa seu 0 multiplicando na frente, então 0x7=0
Vamos aplicar isso nos movimentos agora =P
r = 4t² i + 2t¹/² j + 3t³ k (na posição j seria raíz de 2, que pode se escrever 1/2)
v = 2.4t²-¹ i + 1/2.2t¹/²-¹ j + 3.3t³-¹ k => 8t¹ i + t¹/²-²/²
Contado por uma universitária
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Estudando Bases Matemática pelo "Responde Aí"
Então, recebi 7 dias grátis e quero aproveitar bem para ter certeza se devo assinar, afinal, quadri que vem eu peguei Funções de Uma Variável, Fenômenos Mecânicos e Geometria Analítica :O
Eu estou gostando, mas acho que é porque novidade sempre é bom... E eu sou meio prática, não curto estudar com cadernos e talz. E talvez, se eu pagar pelo site eu crie uma disciplina de estudos eficaz =D
Bom, poderia dar minha opinião sobre o site, mas, como o objetivo aqui é resumir matéria para estudar e ajudá-los a estudar, vou direto ao ponto, depois dou minha opinião.
Divisão de polinômios
Briot-Ruffini
1) iguala o denominador a zero para ter um valor de x
ex: 2x^5-3x²-2x-3 : x-1
denominador -> x-1
iguala a zero e acha o x -> x-1=0, x=1
2)Armar o quadro com o denominador igualado a zero à esquerda, e os índices à direita
1| 2 0 0 -3 -2 -3
perceba que não podemos pular termos: 2x^5 + 0x^4+ 0x^3 - 3x² - 2x¹ - 3x^0
Coloquei o x^0 para ficar bem perceptível que os expoentes estão seguindo uma ordem decrescente, e como x^0 é 1, 3•1=3 (<=> x≠0), então não escrevemos.
portanto, não pule a ordem ;)
3) Vamos cormeçar o processo
1•2 = 2
coloca o resultado embaixo
1| 2 0 0 -3 -2 -3
2
A partir de agora vamos pegar o último resultado, multiplicar pelo resultado do x igualado a zero, que no caso é 1, como fizemos para encontrar o 2 agora pouco, mas vamos multiplicar pelo próximo índice.
Como o próximo índice é 0 mesmo, o proximo resultado é 2 (2•1+0=2)
E de novo temos um 0, então o 2 se repete
Agora temos um -3 => 2•1 - 3 = -1, então escrevemos -1
Para o -2 teremos 1•-1-2= -3
E finalmente, para o -3 teremos: -3•1 -3 = -6, sendo este o resto.
1| 2 0 0 -3 -2 -3
2 2 2 -1 -3 -6
4) Você se lembra que estávamos dividindo por x-1? Quando temos uma potência sendo dividia pela base, como 2³ : 2, só precisamos subtrair 1 do expoente: 2³ : 2 = 2³-¹ = 2²
Então vamos fazer isso na nossa continha, já colocando o resultado que encontramos nos índices!
2x^4 + 2x³ + 2x² -1 x¹ - 3
viu que o x^5 não ta mais aí? xD
E o -6?
Bom, ele ta lá como resto e temos que te o dissernimento de ver que:
2x^5-3x²-2x-3 = (x-1) • (2x^4 + 2x³ + 2x² -1 x¹ - 3) + (-6)
e se dividirmos (x-1) dos dois lados:
2x^5-3x²-2x-3 : (x-1) = (2x^4 + 2x³ + 2x² -1 x¹ - 3) + (-6)
Sacou? =D
Chega de divisão de polinômios haha
Eu ia falar de trigonometria, que eu sempre achei muito chato, mas vou pular o assunto. Qualquer coisa eu retomo, porque agora vamos falar de funções:
Função exponencial
se x=27, podemos escrever que x=3³, certinho?
Então, função exponencial tem essa cara aí xP
f(x)=a^x,
a>0
o argumento x é o expoente
a base é multiplicada por si mesma x vezes.
ex1)
x=4:
f(4) = a•a•a•a
ex2)
a=2 e x =3, f(3)=8
ex3)
multiplicado por uma constante:
f(x) = 4.2^x
x=3
f(3) = 4•2³
f(3) = 4•8
f(3) = 32
Se x<0, a função vai para o denomindar:
f(-3)=a-³ <=> 1/a³
Como a>0, não tem problema
Se x>0, porém não é inteiro, pode aparecer uma raíz. Porém, como a>0, a raíz é positiva =)
Logo, x pode ser qualquer coisa, concorda?
D(f): R
E a imagem?
Bom... como temos um número a se multiplicando n vezes, não tem como ser negativo nem 0 (a>0, lembra?)
Portanto, a imagem é qualquer número real positivo Im(f) = R+ - {0}
Gráfico:
- quando a>1
a função é crescente e corta o eixo y no 1, ou k, se a função estiver sendo multiplicada por k. (0,1) ou (0,k)
logo, quanto mais à esquerda, mais a imagem se aproxima de 0, e vai crescendo para a direita
- quando 1>a>0
a função ainda corta nos mesmos pontos o eixo y, porém é decrescente
logo, quanto mais à direita, mais a imgem se aproxima de 0, e vai crescendo para a esquerda
Função logaritmica
Quando temos um log de 100 na base 10, log10 (100), queremos saber que número elevado a 10 dá 100 8)
f(x)=log b (x), onde b>0
Que número elevado a b é x?
Eu estou gostando, mas acho que é porque novidade sempre é bom... E eu sou meio prática, não curto estudar com cadernos e talz. E talvez, se eu pagar pelo site eu crie uma disciplina de estudos eficaz =D
Bom, poderia dar minha opinião sobre o site, mas, como o objetivo aqui é resumir matéria para estudar e ajudá-los a estudar, vou direto ao ponto, depois dou minha opinião.
Divisão de polinômios
Briot-Ruffini
1) iguala o denominador a zero para ter um valor de x
ex: 2x^5-3x²-2x-3 : x-1
denominador -> x-1
iguala a zero e acha o x -> x-1=0, x=1
2)Armar o quadro com o denominador igualado a zero à esquerda, e os índices à direita
1| 2 0 0 -3 -2 -3
perceba que não podemos pular termos: 2x^5 + 0x^4+ 0x^3 - 3x² - 2x¹ - 3x^0
Coloquei o x^0 para ficar bem perceptível que os expoentes estão seguindo uma ordem decrescente, e como x^0 é 1, 3•1=3 (<=> x≠0), então não escrevemos.
portanto, não pule a ordem ;)
3) Vamos cormeçar o processo
1•2 = 2
coloca o resultado embaixo
1| 2 0 0 -3 -2 -3
2
A partir de agora vamos pegar o último resultado, multiplicar pelo resultado do x igualado a zero, que no caso é 1, como fizemos para encontrar o 2 agora pouco, mas vamos multiplicar pelo próximo índice.
Como o próximo índice é 0 mesmo, o proximo resultado é 2 (2•1+0=2)
E de novo temos um 0, então o 2 se repete
Agora temos um -3 => 2•1 - 3 = -1, então escrevemos -1
Para o -2 teremos 1•-1-2= -3
E finalmente, para o -3 teremos: -3•1 -3 = -6, sendo este o resto.
1| 2 0 0 -3 -2 -3
2 2 2 -1 -3 -6
4) Você se lembra que estávamos dividindo por x-1? Quando temos uma potência sendo dividia pela base, como 2³ : 2, só precisamos subtrair 1 do expoente: 2³ : 2 = 2³-¹ = 2²
Então vamos fazer isso na nossa continha, já colocando o resultado que encontramos nos índices!
2x^4 + 2x³ + 2x² -1 x¹ - 3
viu que o x^5 não ta mais aí? xD
E o -6?
Bom, ele ta lá como resto e temos que te o dissernimento de ver que:
2x^5-3x²-2x-3 = (x-1) • (2x^4 + 2x³ + 2x² -1 x¹ - 3) + (-6)
e se dividirmos (x-1) dos dois lados:
2x^5-3x²-2x-3 : (x-1) = (2x^4 + 2x³ + 2x² -1 x¹ - 3) + (-6)
Sacou? =D
Chega de divisão de polinômios haha
Eu ia falar de trigonometria, que eu sempre achei muito chato, mas vou pular o assunto. Qualquer coisa eu retomo, porque agora vamos falar de funções:
Função exponencial
se x=27, podemos escrever que x=3³, certinho?
Então, função exponencial tem essa cara aí xP
f(x)=a^x,
a>0
o argumento x é o expoente
a base é multiplicada por si mesma x vezes.
ex1)
x=4:
f(4) = a•a•a•a
ex2)
a=2 e x =3, f(3)=8
ex3)
multiplicado por uma constante:
f(x) = 4.2^x
x=3
f(3) = 4•2³
f(3) = 4•8
f(3) = 32
Se x<0, a função vai para o denomindar:
f(-3)=a-³ <=> 1/a³
Como a>0, não tem problema
Se x>0, porém não é inteiro, pode aparecer uma raíz. Porém, como a>0, a raíz é positiva =)
Logo, x pode ser qualquer coisa, concorda?
D(f): R
E a imagem?
Bom... como temos um número a se multiplicando n vezes, não tem como ser negativo nem 0 (a>0, lembra?)
Portanto, a imagem é qualquer número real positivo Im(f) = R+ - {0}
Gráfico:
- quando a>1
a função é crescente e corta o eixo y no 1, ou k, se a função estiver sendo multiplicada por k. (0,1) ou (0,k)
logo, quanto mais à esquerda, mais a imagem se aproxima de 0, e vai crescendo para a direita
- quando 1>a>0
a função ainda corta nos mesmos pontos o eixo y, porém é decrescente
logo, quanto mais à direita, mais a imgem se aproxima de 0, e vai crescendo para a esquerda
Função logaritmica
Quando temos um log de 100 na base 10, log10 (100), queremos saber que número elevado a 10 dá 100 8)
f(x)=log b (x), onde b>0
Que número elevado a b é x?
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Cooperação e conflitos nas relações internacionais cap 5
Guerra fria - 1947 a 1989
Últimas décadas muito diferentes
Negociações sobre o tratado de controle de armas
Gorbachev em 1985, colapso da hegemonia soviética na europa oriental 1989, união soviética desintegrada em 1991
- Intimidação e Contenção
Extensão da lógica do equilíbrio de poder
Conter comunismo soviético - uma ordem mundial liberal econômica e politicamente.
EUA - política expansiva de conter o comunismo x política mais limitada de conter a união soviética
- Três Pontos De Vista Sobre A Guerra Fria
Quem começou?
Três escolas de opinião principais:
Tradicionalistas: quem começou foi Stálin e a União Soviética
Diplomacia americana defensiva
Soviéticos agressivos e expansivos
Revisionistas: quem começou foram os EUA
- De primeiro nível: questões individuais
- De segundo nível: capitalismo
Pós revisionistas: a guerra era inevitável - bipolaridade - ninguém pode ser culpado pela guerra
- As Políticas de Roosevelt
Exige rendição incondicional da Alemanha
Queria sistema comercial liberal
Evita tendência ao isolamento - participam da ONU
Para Stalin, Roosevelt era como Hitler
Recusou-se compartilhar segredo da bomba atômica - manter equilíbrio
- As Políticas de Stálin
apertar o controle interno
invasões alemãs teriam enfraquecido o controle de Stálin
nacionalismo
receptividade na influência sobre as Bálcãs
achava que os EUA emprestariam dinheiro
- Fases do Conflito
*1945-47 - início gradual
Polônia
EUA recusa emprestimo à União Soviética
EUA - Alemanha teria que pagar 20b - metade seria da URSS
URSS aperta controle na Alemanha Orientral
Zona de ocupação no Japão recusada, sendo que EUA tinha sua influência na Alemanha mesmo depois de URSS tê-la dominado
bomba atômica - segredo - Plano Baruch
Mediterrâneo Oriental e Oriente Médio - uma expansão soviética
*1947-49 - a declaração da Guerra Fria
Problemas na Grécia e na Turquia - Grã-Bretanha enfraquecida achava não poder mais garantir segurança no mediterrâneo Oriental
Doutrina Truman - de "Equilíbrio de Poder" para "proteção dos povos livres por toda a parte"
Plano Marshal - auxílio esconômico à Europa - Pressão por parte de Stálin para que europeus não aderissem
Tchecoslováqui adere e Stálin toma o poder Deste em 1948
URSS - Muro de Berlim
EUA - Tratado do Atlântico Norte
1949 - URSS explode sua bomba atômica; Parido Comunista Chinês
NSC-68
Coréia do Norte cruza fronteira com Coréia do Sul
Intervenção da ONU
*1950-62 - o ponto alto da Guerra Fria
- Inevitabilidade?
-Níveis de análise
Últimas décadas muito diferentes
Negociações sobre o tratado de controle de armas
Gorbachev em 1985, colapso da hegemonia soviética na europa oriental 1989, união soviética desintegrada em 1991
- Intimidação e Contenção
Extensão da lógica do equilíbrio de poder
Conter comunismo soviético - uma ordem mundial liberal econômica e politicamente.
EUA - política expansiva de conter o comunismo x política mais limitada de conter a união soviética
- Três Pontos De Vista Sobre A Guerra Fria
Quem começou?
Três escolas de opinião principais:
Tradicionalistas: quem começou foi Stálin e a União Soviética
Diplomacia americana defensiva
Soviéticos agressivos e expansivos
Revisionistas: quem começou foram os EUA
- De primeiro nível: questões individuais
- De segundo nível: capitalismo
Pós revisionistas: a guerra era inevitável - bipolaridade - ninguém pode ser culpado pela guerra
- As Políticas de Roosevelt
Exige rendição incondicional da Alemanha
Queria sistema comercial liberal
Evita tendência ao isolamento - participam da ONU
Para Stalin, Roosevelt era como Hitler
Recusou-se compartilhar segredo da bomba atômica - manter equilíbrio
- As Políticas de Stálin
apertar o controle interno
invasões alemãs teriam enfraquecido o controle de Stálin
nacionalismo
receptividade na influência sobre as Bálcãs
achava que os EUA emprestariam dinheiro
- Fases do Conflito
*1945-47 - início gradual
Polônia
EUA recusa emprestimo à União Soviética
EUA - Alemanha teria que pagar 20b - metade seria da URSS
URSS aperta controle na Alemanha Orientral
Zona de ocupação no Japão recusada, sendo que EUA tinha sua influência na Alemanha mesmo depois de URSS tê-la dominado
bomba atômica - segredo - Plano Baruch
Mediterrâneo Oriental e Oriente Médio - uma expansão soviética
*1947-49 - a declaração da Guerra Fria
Problemas na Grécia e na Turquia - Grã-Bretanha enfraquecida achava não poder mais garantir segurança no mediterrâneo Oriental
Doutrina Truman - de "Equilíbrio de Poder" para "proteção dos povos livres por toda a parte"
Plano Marshal - auxílio esconômico à Europa - Pressão por parte de Stálin para que europeus não aderissem
Tchecoslováqui adere e Stálin toma o poder Deste em 1948
URSS - Muro de Berlim
EUA - Tratado do Atlântico Norte
1949 - URSS explode sua bomba atômica; Parido Comunista Chinês
NSC-68
Coréia do Norte cruza fronteira com Coréia do Sul
Intervenção da ONU
*1950-62 - o ponto alto da Guerra Fria
- Inevitabilidade?
-Níveis de análise
- Metas Americanas e Soviéticas na Guerra Fria
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Cooperação e conflitos nas relações internacionais cap 4
Cap. 4 - o fracasso da segurança coletiva e a segunda guerra mundial
- Ascensão e queda da segurança coletiva
primeira Guerra - repulsa ante a mortandade absurda
Politica de Equilíbrio de Poder - culpada pela guerra
Woodrow Wilson - presidente americano - liberal clássico do séc XIX - imorais as políticas de equilíbrio de Poder - violvam os princípios democráticos e a autodeterminação nacional
Políticas de equilíbrio de poder não priorizam a democracia ou a paz - preserva sistemas de Estados soberanos
Leva em consideração a guerra para preservar a independência
Guerra não seria mais tolerável
O que tomaria o lugar do sistema de equilíbrio de Poder?
Estado soberano regulado pelas leis e instituições.
Instituições internacionais análogas às legislaturas e aos tribunais internos - aplicação ao nível internacional
Wilson - 14 pontos pelos quais os Estados Unidos entram em guerra. 14° > "uma associação geral das nações a ser constituída sob condições específicas com o propósito de sustentar garantias mútuas de independência política e integridade territorial para todos os estados, grandes ou pequenos" -> equilíbrio de Poder ~> segurança coletiva
- A Liga das Nações
Wilson "utópico" - organização da segurança internacional poderia ser um tratado prático da política mundial.
Acordos e regras = cumprimento das leis
Força moral amparada pela força militar - Liga das nações.
Segurança - responsabilidade coletiva - paises naos agressivos formariam uma coalizão contra os agressores.
Formas->
1. agressão ilegal, guerra ofensiva
2. Coibir a agressão pela coalizão de estados não agressivos.
3. Estados concordariam em punir o estado que tivesse cometido a agressão
Se a intimidação fracassasse os estados estariam dispostos a usar a força (equilíbrio de Poder)
3 diferenças entre políticas de segurança coletiva e o equilíbrio de poder
1. Na seg coletiva - o foco recaía sobre as políticas agressivas de um estado, e não em sua capacidade
2. Coalizões não predeterminadas
3. Sem partes neutras ou independentes - coalizão dos bons
Doutrina materializada no Pacto da Liga das Nações - fim a primeira Guerra Mundial
Diversos artigos do pacto
Estado não coibido por nenhuma autoridade superior - podia decidir sobre que tipo de sanções aplicar e como implementa-las.
Segurança coletiva - soberania e legislação internacional
Legislação internacional transcendia a nacional
- Os estados unidos e a Liga das Nações
Negação dos estados unidos a participar de sua própria criação - tratado de Versalhes (termos que endossavam a criação da Liga das Nações)
Evitar assuntos internacionais
Art 16 diluisse a soberania americana quanto o poder constitucional do senado de declarar guerra
Discussões entre wilson e adversarios - choque entre idealismo e realismo ou formas diferentes do moralismo americano
Inpulso isolacionista em relação ao equilibrio de poder europeu venceu.
- Os primeiros dias da liga
França queria garantia que a Alemanha não se levantasse de novo.
Grã-Bretanha - apaziguar os alemães
França forma aliança - Polônia, Iugoslávia, Tchecoslováquia e Romênia.
Alemanha enfraquecida - reduziu seu exército por conta do tratado de versalhes, conta de reparação 33 bilhões de dólares (cláusula de culpa pela guerra)
Tratado de londer - prometido terras a Itália - Woodrow Wilson objetou - metas incoerentes com a nova visão de segurança coletiva
Tratado de Locarno - Alemanha ingressa na Liga das Nações, fronteira garantidas com França e Bélgica, a oeste, e negociável ao Leste. Desmilitarizar a Renânia
Desarmamento naval - conferência de Washington
Liga torna-se o centro de atividades diplomáticas
- O fracasso Manchu
Japão - de vítima a potencial de agressão imperialista (XIX)
Derrotou a Rússia, colonizou a Coréia, uniu-se aos Aliados na Primeira Guerra Mundial
Depois da guerra - ser reconhecido
Princípio de igualdade racial rejeitado
China - revolução de 1911 levou a queda da dinastia Manchu Ou Qing - instituição de uma república
O movimento nacionalista chinês tentou unificar o país e criticou os tratados desiguais que humilharam a China desde o fim da Guerra do Ópio imperialista do séc XIX
nacionalistas ganham força - aumenta atrito com Japão - China declara boicote contra as mercadorias japonesas.
Japão - forças militares e civis rivalizavam pela liderança
Crise econômica de 1920 deixa o Japão vulneravel - facções militares - supremacia
Exército japonês provocou um incidente ao longo da ferrovia Manchu - protesto do Japão tomar o poder na Manchúria.
Mostrou que os procedimentos da liga das nações eram demorados, cautelosos e ineficazes.
- A derrocada etíope
Sanções foram aplicadas mas o resultados foi novamente o fracasso
"Erro" histórico
Itália provoca incidentes na fronteira entre a Etiópia e a Eritréia mesmo tendo assinado o pacto kellogg-Briand
Invade em 1935
Sanções - proibição de empréstimos, recusa de vender certas mercadorias
Porém ainda podia comprar aço, carvão, e petróleo e as relações diplomáticas não foram rompidas.
Mussolini não mudou suas políticas em relação à Etiópia.
Apoio - França e grã-bretanha - Itália como aliada contra Alemanha
"Grandes ou pequenos, fortes ou fracos, próximos ou distantes, brancos ou de outra cor, nunca nos esqueçamos de que um dia poderemos ser outra Etiópia"
- Os motivos da segunda guerra mundial
35 a 30 milhões de pessoas
Avanços no material bélico
Bomba atômica
Mundo bipolar - EUA e URSS
Fim da europa como árbitro do equilíbrio de poder
- Uma guerra de Hitler?
Hitler queria uma "guerra-relampago"
Guerra no Pacífico - Pearl Harbor
Hitler se aproveitou de vazios de Poder deixados pela política de apaziguamento
Memorando Hossbach - Hitler conquistaria territórios
- As estratégias de Hitler
Expancionismo - romper com as contenções
- destruir as diretrizes de Versalhes
- sair da liga das nações - motivo: França
- "pequena entente"
- triplica seu exército + forma uma força aérea
- reunião de Stresa
Grã-bretanha e Alemanha
Renânia
Disse que poderia voltar à Liga se a Europa acatasse suas opiniões sobre o tratado de Versalhes
Pacto do eixo - Itália
Pacto anti-cominterm - Japão
Espanha, Áustria, Tchecoslováquia
Território de língua alemã
Chamberlain - "salvara a Tchecoslováquia"
6 meses depois tropas alemãs tomam Praga
Grã-Bretanha e França - defender a Polônia
Protegeria o ocidente do bolchevismo, mas assinou um tratado com Stalin - Carta Branca para fazer o que quisesse no ocidente - cada um com uma parte da Polônia
"Guerra falsa"
Gurre relâmpago contra Holanda, Bélgica e França - conjunto excepcional de movimentos - 1940
"Tiro pela culatra" grã-bretanha, URSS, EUA
- O papel do indivíduo
Hitler - nacionalista - habilidade, audácia e ideologia belicosa
Apetite insaciável e convencido de seu gênio
Ideologia racista - raça ariana
Liderança individual de Hitler - uma das causas fundamentais para a guerra
- Causas sistêmicas e internas
Estruturalmente - primeira Guerra não resolveu o problema alemão
Tratado de Versalhes - muito duro, mas com muitas brechas
Ausência da URSS e dos EUA do equilíbrio do poder
Comunicação agressiva - ideologias fascistas e comunistas
Democracias ocidentais - divisões e controvérsias - Coordenação da estratégia política exterior era quase impossível
Colapso econômico
Politica de Isolacionismo americana - fim com Pearl Harbor e declaração de guerra de Hitler
- A guerra era inevitável?
Não, porém cada vez mais provável
Saídas:
1. Apaziguar a Alemanha após a primeira Guerra
2. EUA ratificar o tratado de Versalhes e permanecer na europa
3. Contenção pela Grã-Bretanha e França
4. EUA na Liga das Nações
- A Guerra no pacífico
Japão - sistema parlamentar
Extremistas nacionalistas obtiveram o controle do poder
Expansão imperialista
Depressão cortou o comércio do Japão
Zona de Coprosperidade para um extremo oriente maior
- China e EUA
- colônias francesas no sudoeste asiático
- choques entre soviéticos e japoneses na fronteira Manchu
1. Atacar oeste da União Soviética
2. índias Orientais Holandesas - petróleo
3. Atacar EUA a leste
- japoneses escolheram as opções 2 e 3
"Melhor ir à guerra que ser estrangulado lentamente"
EUA exigiram que o Japão se retirasse da china e restringiram os suprimentos de petróleo do Japão
Pearl Harbor
- O apaziguamento e dois tipos de guerra
O Ocidente confrontou a Alemanha na década de 1920 quando ela deveria ter sido apaziguada e apaziguou a Alemanha na década de 1930 quando ela deveria ser confrontada
Evitar outra grande guerra
- guerra acidental contra agressão planejada (primeira guerra) e Incapacidade de intimidar a agressão (planejada de Hitler)
- Ascensão e queda da segurança coletiva
primeira Guerra - repulsa ante a mortandade absurda
Politica de Equilíbrio de Poder - culpada pela guerra
Woodrow Wilson - presidente americano - liberal clássico do séc XIX - imorais as políticas de equilíbrio de Poder - violvam os princípios democráticos e a autodeterminação nacional
Políticas de equilíbrio de poder não priorizam a democracia ou a paz - preserva sistemas de Estados soberanos
Leva em consideração a guerra para preservar a independência
Guerra não seria mais tolerável
O que tomaria o lugar do sistema de equilíbrio de Poder?
Estado soberano regulado pelas leis e instituições.
Instituições internacionais análogas às legislaturas e aos tribunais internos - aplicação ao nível internacional
Wilson - 14 pontos pelos quais os Estados Unidos entram em guerra. 14° > "uma associação geral das nações a ser constituída sob condições específicas com o propósito de sustentar garantias mútuas de independência política e integridade territorial para todos os estados, grandes ou pequenos" -> equilíbrio de Poder ~> segurança coletiva
- A Liga das Nações
Wilson "utópico" - organização da segurança internacional poderia ser um tratado prático da política mundial.
Acordos e regras = cumprimento das leis
Força moral amparada pela força militar - Liga das nações.
Segurança - responsabilidade coletiva - paises naos agressivos formariam uma coalizão contra os agressores.
Formas->
1. agressão ilegal, guerra ofensiva
2. Coibir a agressão pela coalizão de estados não agressivos.
3. Estados concordariam em punir o estado que tivesse cometido a agressão
Se a intimidação fracassasse os estados estariam dispostos a usar a força (equilíbrio de Poder)
3 diferenças entre políticas de segurança coletiva e o equilíbrio de poder
1. Na seg coletiva - o foco recaía sobre as políticas agressivas de um estado, e não em sua capacidade
2. Coalizões não predeterminadas
3. Sem partes neutras ou independentes - coalizão dos bons
Doutrina materializada no Pacto da Liga das Nações - fim a primeira Guerra Mundial
Diversos artigos do pacto
Estado não coibido por nenhuma autoridade superior - podia decidir sobre que tipo de sanções aplicar e como implementa-las.
Segurança coletiva - soberania e legislação internacional
Legislação internacional transcendia a nacional
- Os estados unidos e a Liga das Nações
Negação dos estados unidos a participar de sua própria criação - tratado de Versalhes (termos que endossavam a criação da Liga das Nações)
Evitar assuntos internacionais
Art 16 diluisse a soberania americana quanto o poder constitucional do senado de declarar guerra
Discussões entre wilson e adversarios - choque entre idealismo e realismo ou formas diferentes do moralismo americano
Inpulso isolacionista em relação ao equilibrio de poder europeu venceu.
- Os primeiros dias da liga
França queria garantia que a Alemanha não se levantasse de novo.
Grã-Bretanha - apaziguar os alemães
França forma aliança - Polônia, Iugoslávia, Tchecoslováquia e Romênia.
Alemanha enfraquecida - reduziu seu exército por conta do tratado de versalhes, conta de reparação 33 bilhões de dólares (cláusula de culpa pela guerra)
Tratado de londer - prometido terras a Itália - Woodrow Wilson objetou - metas incoerentes com a nova visão de segurança coletiva
Tratado de Locarno - Alemanha ingressa na Liga das Nações, fronteira garantidas com França e Bélgica, a oeste, e negociável ao Leste. Desmilitarizar a Renânia
Desarmamento naval - conferência de Washington
Liga torna-se o centro de atividades diplomáticas
- O fracasso Manchu
Japão - de vítima a potencial de agressão imperialista (XIX)
Derrotou a Rússia, colonizou a Coréia, uniu-se aos Aliados na Primeira Guerra Mundial
Depois da guerra - ser reconhecido
Princípio de igualdade racial rejeitado
China - revolução de 1911 levou a queda da dinastia Manchu Ou Qing - instituição de uma república
O movimento nacionalista chinês tentou unificar o país e criticou os tratados desiguais que humilharam a China desde o fim da Guerra do Ópio imperialista do séc XIX
nacionalistas ganham força - aumenta atrito com Japão - China declara boicote contra as mercadorias japonesas.
Japão - forças militares e civis rivalizavam pela liderança
Crise econômica de 1920 deixa o Japão vulneravel - facções militares - supremacia
Exército japonês provocou um incidente ao longo da ferrovia Manchu - protesto do Japão tomar o poder na Manchúria.
Mostrou que os procedimentos da liga das nações eram demorados, cautelosos e ineficazes.
- A derrocada etíope
Sanções foram aplicadas mas o resultados foi novamente o fracasso
"Erro" histórico
Itália provoca incidentes na fronteira entre a Etiópia e a Eritréia mesmo tendo assinado o pacto kellogg-Briand
Invade em 1935
Sanções - proibição de empréstimos, recusa de vender certas mercadorias
Porém ainda podia comprar aço, carvão, e petróleo e as relações diplomáticas não foram rompidas.
Mussolini não mudou suas políticas em relação à Etiópia.
Apoio - França e grã-bretanha - Itália como aliada contra Alemanha
"Grandes ou pequenos, fortes ou fracos, próximos ou distantes, brancos ou de outra cor, nunca nos esqueçamos de que um dia poderemos ser outra Etiópia"
- Os motivos da segunda guerra mundial
35 a 30 milhões de pessoas
Avanços no material bélico
Bomba atômica
Mundo bipolar - EUA e URSS
Fim da europa como árbitro do equilíbrio de poder
- Uma guerra de Hitler?
Hitler queria uma "guerra-relampago"
Guerra no Pacífico - Pearl Harbor
Hitler se aproveitou de vazios de Poder deixados pela política de apaziguamento
Memorando Hossbach - Hitler conquistaria territórios
- As estratégias de Hitler
Expancionismo - romper com as contenções
- destruir as diretrizes de Versalhes
- sair da liga das nações - motivo: França
- "pequena entente"
- triplica seu exército + forma uma força aérea
- reunião de Stresa
Grã-bretanha e Alemanha
Renânia
Disse que poderia voltar à Liga se a Europa acatasse suas opiniões sobre o tratado de Versalhes
Pacto do eixo - Itália
Pacto anti-cominterm - Japão
Espanha, Áustria, Tchecoslováquia
Território de língua alemã
Chamberlain - "salvara a Tchecoslováquia"
6 meses depois tropas alemãs tomam Praga
Grã-Bretanha e França - defender a Polônia
Protegeria o ocidente do bolchevismo, mas assinou um tratado com Stalin - Carta Branca para fazer o que quisesse no ocidente - cada um com uma parte da Polônia
"Guerra falsa"
Gurre relâmpago contra Holanda, Bélgica e França - conjunto excepcional de movimentos - 1940
"Tiro pela culatra" grã-bretanha, URSS, EUA
- O papel do indivíduo
Hitler - nacionalista - habilidade, audácia e ideologia belicosa
Apetite insaciável e convencido de seu gênio
Ideologia racista - raça ariana
Liderança individual de Hitler - uma das causas fundamentais para a guerra
- Causas sistêmicas e internas
Estruturalmente - primeira Guerra não resolveu o problema alemão
Tratado de Versalhes - muito duro, mas com muitas brechas
Ausência da URSS e dos EUA do equilíbrio do poder
Comunicação agressiva - ideologias fascistas e comunistas
Democracias ocidentais - divisões e controvérsias - Coordenação da estratégia política exterior era quase impossível
Colapso econômico
Politica de Isolacionismo americana - fim com Pearl Harbor e declaração de guerra de Hitler
- A guerra era inevitável?
Não, porém cada vez mais provável
Saídas:
1. Apaziguar a Alemanha após a primeira Guerra
2. EUA ratificar o tratado de Versalhes e permanecer na europa
3. Contenção pela Grã-Bretanha e França
4. EUA na Liga das Nações
- A Guerra no pacífico
Japão - sistema parlamentar
Extremistas nacionalistas obtiveram o controle do poder
Expansão imperialista
Depressão cortou o comércio do Japão
Zona de Coprosperidade para um extremo oriente maior
- China e EUA
- colônias francesas no sudoeste asiático
- choques entre soviéticos e japoneses na fronteira Manchu
1. Atacar oeste da União Soviética
2. índias Orientais Holandesas - petróleo
3. Atacar EUA a leste
- japoneses escolheram as opções 2 e 3
"Melhor ir à guerra que ser estrangulado lentamente"
EUA exigiram que o Japão se retirasse da china e restringiram os suprimentos de petróleo do Japão
Pearl Harbor
- O apaziguamento e dois tipos de guerra
O Ocidente confrontou a Alemanha na década de 1920 quando ela deveria ter sido apaziguada e apaziguou a Alemanha na década de 1930 quando ela deveria ser confrontada
Evitar outra grande guerra
- guerra acidental contra agressão planejada (primeira guerra) e Incapacidade de intimidar a agressão (planejada de Hitler)
Cooperação e conflito nas relações internacionais cap 3
Joseph S. Nye Jr.
Cap. 3 - O equilíbrio de Poder e a primeira Guerra Mundial
David Blume, filósofo britânico, XVIII, equilíbrio de Poder - regra constante de política prudente
Richard Cobden, liberal britânico, XIX - equibrio de poder -"uma quimera - um incaracterístico, indescritível, incompreensível nada"
Presidente América Woodrow Wilson - considerou com princípio nocivo
A paz era rara
Guerras entre potências são chadas de guerras mundiais
O equilíbrio de Poder não preservou a paz e nem sempre preservou a independência de cada estado, mas preservou o sistema anárquico
Poder
Recursos de poder
Coação - poder duro
Poder brando - comportamento atrativo
Estados buscam maximazar sua segurança ou seu PODER?
Equilíbrios como distribuição de poder
Equilíbrio de Poder como politica
Equilíbrio de Poder como sistemas multipolares
Alianças - mitares, econômicas
Flexibilidade e complexidade
Os motivos da primeira Guerra Mundial
Alianças menos flexíveis, equilíbrio de Poder menos multipolar
Três níveis de análise
Winston Churchill
A reação do caiser à declaração de guerra britânico
Que tipo de guerra?
Cap. 3 - O equilíbrio de Poder e a primeira Guerra Mundial
David Blume, filósofo britânico, XVIII, equilíbrio de Poder - regra constante de política prudente
Richard Cobden, liberal britânico, XIX - equibrio de poder -"uma quimera - um incaracterístico, indescritível, incompreensível nada"
Presidente América Woodrow Wilson - considerou com princípio nocivo
A paz era rara
Guerras entre potências são chadas de guerras mundiais
O equilíbrio de Poder não preservou a paz e nem sempre preservou a independência de cada estado, mas preservou o sistema anárquico
Poder
Recursos de poder
Coação - poder duro
Poder brando - comportamento atrativo
Estados buscam maximazar sua segurança ou seu PODER?
Equilíbrios como distribuição de poder
Equilíbrio de Poder como politica
Equilíbrio de Poder como sistemas multipolares
Alianças - mitares, econômicas
Flexibilidade e complexidade
Os motivos da primeira Guerra Mundial
Alianças menos flexíveis, equilíbrio de Poder menos multipolar
Três níveis de análise
Winston Churchill
A reação do caiser à declaração de guerra britânico
Que tipo de guerra?
A evolução dos estudos de segurança internacional
(Barry Buzan e Lane Hansen)
Surgimento - debates a partir da Segunda Guerra Mundial
Distinção - Estudos da guerra e História Militar
O que firma o ESI uma subárea?
Um campo de política disciplinar com diferentes perspectivas.
Preocupações radicalmente diferentes
Estratégia - pensadores civis e não militares
Segurança diz respeito a temas políticos cruciais, como Estado, autoridade, legitimidade, política e soberania (mesmo assim não há discussões metateoricas ou filosóficas, mas falam de uma posição implícita ao terreno conceitual)
Segurança "o produto de um legado histórico, cultural e profundamente político" e não algo que pode ser solucionado por meio de referências aos "fatos empíricos"
Em vez da aparência superficial de preocupação com debates de política, no fundo, os ESI podem ser vistos como estruturado pelo envolvimento com quatro questões:
4 questões -> privilegiar o Estado como objeto de referência, incluir tanto ameaças internas quanto as externas, expandir a segurança como inextricavelmente ligada a uma dinâmica de ameaças, perigos e urgência.
Segurança é sempre um "conceito hifenizado" - se associa a um objeto de referência, localidade, setores, etc.
A primeira questão refere-se a privilegiar o Estado como o objeto de referência.
Assegurar o Estado era visto como melhor maneira de proteger outros objetos de referência. Deveria ser rotulada, segundo alguns autores, como "segurança estatal"
Relação entre os Estados e as nações. Quem é o objeto de referência - vertente no debate dentro dos ESI.
A segunda questão - ameaças internas e externas - limites territoriais.
Wolfers - segurança nacional = símbolo ambíguo. Contrastou o clima político pos-segunda guerra com o da depressão econômica norte-americana. "Mudança de uma interpretação de bem-estar para uma de segurança no tocante símbolo 'Interesse Nacional' é compreensível. Atualmente estamos vivendo sob o impacto de uma guerra fria e de ameaças de agressão externa, e não da depressão e de reformas sociais"
Transformação concomitante com o RI - diferenciar a política internacional da interna
Fim guerra fria - dimensão interna/externa.
Desafio - globalização colapsar a distinção dentro/fora
Terceira questão - segurança além do setor militar e uso da força. Necessidade de incorporar vigor econômico, estabilidade de governo, fornecimento de energia, ciência e tecnologia, alimentos e recursos naturais - impactavam no "uso, ameaça e controle da força" na segurança militar, não segurança por si só.
Necessidades humanas básicas e "violência estrutural"
Segurança econômica e ambiental
Aspectos societais, econômicos, ambientais, de saúde, desenvolvimento e gênero.
Quarta questão - segurança inextricavelmente ligada a dinâmica de ameaça, perigos e urgências.
EUA e ocidente percebiam a si próprios como ameaçados por um oponente hostil.
"Ciclo vicioso de segurança e acumulação de poder"
URSS - ameaça ; armas nicleares-> formas de deter um ataque soviético.
Urgência e medidas extremas
Segurança e seus conceitos adjacentes
Surgimento - debates a partir da Segunda Guerra Mundial
Distinção - Estudos da guerra e História Militar
O que firma o ESI uma subárea?
Um campo de política disciplinar com diferentes perspectivas.
Preocupações radicalmente diferentes
Estratégia - pensadores civis e não militares
Segurança diz respeito a temas políticos cruciais, como Estado, autoridade, legitimidade, política e soberania (mesmo assim não há discussões metateoricas ou filosóficas, mas falam de uma posição implícita ao terreno conceitual)
Segurança "o produto de um legado histórico, cultural e profundamente político" e não algo que pode ser solucionado por meio de referências aos "fatos empíricos"
Em vez da aparência superficial de preocupação com debates de política, no fundo, os ESI podem ser vistos como estruturado pelo envolvimento com quatro questões:
4 questões -> privilegiar o Estado como objeto de referência, incluir tanto ameaças internas quanto as externas, expandir a segurança como inextricavelmente ligada a uma dinâmica de ameaças, perigos e urgência.
Segurança é sempre um "conceito hifenizado" - se associa a um objeto de referência, localidade, setores, etc.
A primeira questão refere-se a privilegiar o Estado como o objeto de referência.
Assegurar o Estado era visto como melhor maneira de proteger outros objetos de referência. Deveria ser rotulada, segundo alguns autores, como "segurança estatal"
Relação entre os Estados e as nações. Quem é o objeto de referência - vertente no debate dentro dos ESI.
A segunda questão - ameaças internas e externas - limites territoriais.
Wolfers - segurança nacional = símbolo ambíguo. Contrastou o clima político pos-segunda guerra com o da depressão econômica norte-americana. "Mudança de uma interpretação de bem-estar para uma de segurança no tocante símbolo 'Interesse Nacional' é compreensível. Atualmente estamos vivendo sob o impacto de uma guerra fria e de ameaças de agressão externa, e não da depressão e de reformas sociais"
Transformação concomitante com o RI - diferenciar a política internacional da interna
Fim guerra fria - dimensão interna/externa.
Desafio - globalização colapsar a distinção dentro/fora
Terceira questão - segurança além do setor militar e uso da força. Necessidade de incorporar vigor econômico, estabilidade de governo, fornecimento de energia, ciência e tecnologia, alimentos e recursos naturais - impactavam no "uso, ameaça e controle da força" na segurança militar, não segurança por si só.
Necessidades humanas básicas e "violência estrutural"
Segurança econômica e ambiental
Aspectos societais, econômicos, ambientais, de saúde, desenvolvimento e gênero.
Quarta questão - segurança inextricavelmente ligada a dinâmica de ameaça, perigos e urgências.
EUA e ocidente percebiam a si próprios como ameaçados por um oponente hostil.
"Ciclo vicioso de segurança e acumulação de poder"
URSS - ameaça ; armas nicleares-> formas de deter um ataque soviético.
Urgência e medidas extremas
Segurança e seus conceitos adjacentes
Assinar:
Postagens (Atom)

