terça-feira, 26 de maio de 2015

Proposta: Geladeira comunitária

Para: José Amilton, Roberto Sallai, Luíz Afonso, Centro Universitário Fundação Santo André
Alunos: Luiza Teixeira Esteves (722014) e Murilo Ribeiro Azevedo (718746), Ciências Biológicas
Proposta: Geladeira Comunitária
Data: 26/05/2015


Introdução:
 A população mundial vem consumindo mais que o necessário na busca de uma melhor qualidade de vida. Em outras palavras, as pessoas compram aquilo que não é necessário, denunciando ora sua impulsividade, ora sua falta de planejamento antes de ir às compras. Em consequência disso, a indústria precisa produzir para atingir essa demanda, e produzir mais ainda para poder descartar os produtos que não vão atingir a exigência desses consumidores, que também selecionam seus produtos em casa, mandando boa parte embora.
 Isso demonstra uma falta de preocupação por parte da população para com nossos recursos naturais (que podem se esgotar) e seus descartes. Somando estes fatores temos: poluição, desmatamento, extinção da fauna e um desequilíbrio ecológico. Outro ponto é a perda do valor dado ao alimento, que é descartado facilmente enquanto uma parte da população passa fome, vinculado à alta demanda, a qual torna o produto mais caro, fato que também contribui para diminuição do poder aquisitivo desta parte da população.
Geladeira Pública de Bruxelas

A proposta:
Tendo em vista esta problemática, desenvolvemos um projeto com inspiração no projeto de Bruxelas: uma geladeira comunitária. Com esta, conseguiremos diminuir o desperdício de alimento doméstico, uma vez que o mesmo será colocado em uma geladeira comunitária para que moradores de rua e pessoas que passam por dificuldade possam consumi-lo. É uma iniciativa socioambiental, que visa tornar a cidade de Santo André um exemplo de desenvolvimento sustentável e a Fundação Santo André referência deste desenvolvimento.

Lugares:
A geladeira comunitária pode ser instalada na entrada da Fundação Santo André, em instituições como o Sesc, no Pq. Central, no Pq. Celso Daniel, no Paço Municipal, no Sabina, etc.

Aquisição:
Podemos adquiri-la através de doações de apoiadores do projeto, que podem doar tanto em dinheiro, como uma geladeira usada.

Instalação:
Pode ser feita em cabines tais quais às de guardas, que forneçam energia elétrica. É interessante também que seja instalada próxima a um guarda ou segurança, a fim de manter seu bom estado de conservação. Durante a noite a cabine pode ser trancada pelo mesmo.

Conclusão:
Esperemos conseguir com esta proposta acender uma chama de esperança em seus corações para que Santo André se torne uma cidade acolhedora e consciente. E, com esta proposta, que consigamos atingir nossos objetivos, com qualquer mudança que se faça necessária.
Obrigada.

domingo, 17 de maio de 2015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Tendências x consciência

  As pessoas estão mais propensas a seguir um fluxo totalmente aceito que seguir suas intuições. Estudos comprovam que, se a maioria ao seu redor faz uma escolha, por mais que você as considere incorretas ou inadequadas, você provavelmente os seguirá em vez de seguir sua intuição ou seus princípios. 
  Não quer dizer que isso é uma verdade imutável; são apenas estatísticas, afinal, um indivíduo que já pensou sobre o assunto antes e já tem uma opinião formada sobre aquela situação, dificilmente seguirá o fluxo
  Isso acontece porque nosso cérebro poupa energia, fazendo nossas ações serem automáticas (DUHIGG, Charles. - O PODER DO HÁBITO).  E, claro, nosso cérebro jamais nos colocaria numa posição de exclusão social, e por isso tendemos a repetir o erro.

   Ultimamente, algumas tendências de carácter ambiental têm ganhado certo peso no comportamento social, tal como não jogar lixo no chão, reutilizar a água da máquina de lavar, reciclar, etc., mas com intuito de superioridade. Isso é, como bons juízes que somos, quando acreditamos estarmos fazendo a coisa certa, acabamos por julgar as pessoas que não as fazem.


  Dificilmente se vê pessoas inovando pela preservação de nossos recursos naturais, muitas vezes por medo de serem vistas como "diferentes", ou melhor, RADICAIS, EXTREMISTAS, FANÁTICAS. O poder de julgamento de nossa sociedade é tão grande que cria tendências, padrões, MODAS. Então, por mais que se diga que ninguém tem o poder para julgar hahaha, não é bem assim!

  Então, cuidar melhor de nossa casa comunitária está precisando virar moda :S

Desperdício de comida na minha casa: este prato de arroz foi separado por ser considerado insuficiente, e mais arroz foi cozido

domingo, 10 de maio de 2015

Desafio Aceito



Bom, o professor de Educação Ambiental e interdisciplinaridade nos propôs a criar um diário para que arranjássemos tempo para refletir sobre o meio ambiente. Os primeiros passos, tal como ele pediu, será falar dos filmes que assistimos.








  • “A ILHA DAS FLORES”:
O filme faz a trajetória de um tomate, desde sua produção até seu descarte, contextualizando a produção excessiva, o consume excessivo e o descarte indiscriminado, que se destina a uma parcela miserável da população classificada abaixo dos porcos por seu dono. O retrato que tenho deste filme é a desmascaração de um sistema perfeito, pois não vemos todo o percurso de nosso alimento, muito menos das pessoas que fazem parte de sua trajetória. Parece tão simples o “comprar” e o “descartar”, e por isso é necessário o constante contato com a realidade a fim de não nos perdermos novamente com esta ilusão que é a vida moderna.




O desperdício

  A população mundial vem consumindo mais que o necessário na busca de uma melhor qualidade de vida. Em outras palavras, as pessoas compram aquilo que não é necessário, denunciando ora sua impulsividade, ora sua falta de planejamento antes de ir às compras.
 Em consequência disso, a industria precisa produzir para atingir essa demanda, e produzir mais ainda para poder descartar os produtos que não vão atingir a exigência desses consumidores. Estes, por sua vez, fazem a seleção do produto na hora da compra, bem como após adquirí-lo, fazendo uma seleção retardada. Mesmo após todas essas seleções, o produto ainda corre um alto risco de parar no lixo, não por não ser bom o suficiente, mas por perder sua necessidade. 
 Isso demonstra uma falta de preocupação por parte da população para com nossos recursos naturais (que podem se esgotar) e seus descartes. Somando estes fatores temos: poluição, desmatamento, extinção da fauna e um desequilíbrio ecológico. Outro ponto é a perda do valor do alimento, que é descartado facilmente enquanto uma parte da população passa fome.
 Faz-se necessária, então, uma fiscalização para que as industrias, mercados e restaurantes sejam multados na ocorrência de desperdícios, incentivando-os a produzirem o necessário; e uma política social para que o alimento não comprado tenha um destino adequado, sem se misturar com o lixo, para que seja possível o seu consumo em uma economia solidária.
 

  • “O SAL DA TERRA”
Estou interessadíssima em ver este filme, com as imagens de Sebastião Salgado, que se preocupa em tirar fotos da complexidade da natureza (poderia dizer “simplicidade”, mas sua grandeza não cabe nessa palavra). Ainda não encontrei o filme. Se alguém souber onde encontrá-lo, me avise!

Imagem de Sebastião Salgado, do livro "Genesis"